Sou apaixonada pela dança desde os meus 7 anos de idade, quando comecei a praticar balé e a participar de apresentações em escolas e teatros.
Não me aperfeiçoei por medo — aquele pensamento de “não vai dar certo” — e pela falta de apoio dos meus pais, que acreditavam que eu não seria capaz.
Aos 18 anos, deixei de acreditar que a dança poderia me levar a algo significativo e comecei a buscar trabalho com carteira assinada. Mas a paixão pela dança nunca saiu de mim. Sempre que havia festas, familiares ou de amigos, eu estava lá, dançando e me divertindo.
Em janeiro de 2024, perdi minha mãe para um AVC e, pouco depois, também perdi meu emprego. Isso criou um enorme vazio em minha vida.
Passei a viver sem esperança, até que surgiu a necessidade de processar a dor e reencontrar a alegria. Foi nesse momento que meu esposo me matriculou em uma academia para que eu pudesse praticar atividade física.
O apoio dele foi fundamental, mas o verdadeiro ponto de virada aconteceu quando conheci a professora Jamile e suas aulas de FitDance. Elas foram o veículo que me ajudou a superar o bloqueio do “não vai dar certo”, que me acompanhava desde a infância.
Os incentivos e elogios que antes eu recebia agora vinham em forma de sugestões para que eu me tornasse professora. Essa confirmação externa validou o que meu coração e meu corpo já sabiam.
Meu despertar não foi apenas para a dança, mas para uma nova missão de vida: transformar o bem-estar dos outros, assim como o meu foi transformado.
Não importa o estilo de dança, não importa os passos. O que realmente importa é sairmos todos sorrindo e felizes.
Hoje, aos 42 anos, não apenas realizei um sonho de infância que havia sido interrompido, como também o elevei ao nível de propósito, guiando outras pessoas em suas próprias jornadas de movimento e alegria.
O apoio do meu esposo é um exemplo lindíssimo de como o suporte emocional de quem amamos pode ser o combustível mais importante para perseguirmos nossos sonhos.
Foi um ato de generosidade e confiança, um reforço à crença no meu potencial, mesmo sabendo que eu enfrentaria o desafio de me tornar instrutora.
As mensagens positivas que recebi foram um apoio invisível, mas essencial, fortalecendo minha confiança e resiliência em um momento crucial.
É maravilhoso ter alguém que não apenas acredita no seu talento como instrutora, mas que também apoia seu novo estilo de vida e a alegria que o FitDance traz.
Esse tipo de suporte faz a diferença entre apenas tentar algo e realmente transformá-lo em sucesso.
O que aprendi no mundo da dança:
- Aprendi a ser a pessoa que dita o ritmo e a alegria, mesmo nos meus dias menos energéticos.
- Minha disposição se tornou contagiante!
- Desenvolvi a capacidade de tirar as pessoas da inércia, incentivando-as a superar a timidez e o cansaço, e a se sentirem capazes de dançar, mesmo sem experiência prévia.
- Aprendi a “falar” com o corpo, transmitindo comandos e a essência da música de forma clara, rápida e universal.
Dicas para começar e aproveitar no mundo da dança:
- Não se preocupe com a perfeição: FitDance é sobre diversão, suor e energia, não sobre acertar 100% dos passos.
- O objetivo principal é se movimentar e ser feliz!
- Siga o seu ritmo. No início, você pode se sentir um pouco perdido(a). É totalmente normal! Concentre-se em fazer o seu melhor e em sentir a música. A coordenação vem com o tempo.

Sheila Nunes
Olá!
Me chamo Sheila, tenho 42 anos, casada e mãe de dois filhos lindos.
Sou professora (Instrutora), licenciada ao Fitdance a 5 meses.
Aplico o amor e a energia positiva em minhas aulas, para que minhas alunas(os), saiam satisfeitos e felizes.
A dança me inspira e amo o despertar na dança.
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